A PEDRA NOS RINS - Encontre nesta reportagem informações relevantes sobre prevenção e tratamento de pedra nos rins (cálculo renal, litíase, nefrolitíase).

PEDRA NOS RINS - COMO RESOLVER?


São diversos os tratamentos utilizados para problemas de pedra nos rins. Conforme a ciência avança, novas técnicas surgem. Atualmente o estudo de pesquisadores, cientistas e especialistas apontam para uma tendência mundial, a de que cada vez um número maior de pessoas tem buscado tratamentos a partir de técnicas alternativas e produtos naturais. A alta tecnologia aplicada em suplementos alimentares, por exemplo, nos mostra que já é possível tratar problemas de formação de pedra nos rins sem a necessidade de intervenção médica. A evolução no campo das ciências tem ocorrido em um ritmo tão acelerado, que tratamentos ainda considerados modernos pelos doutores brasileiros, já estão em desuso em outros países devido aos efeitos colaterais que podem ocasionar. Exemplo disso, são as litotripsias (LECO), muito populares entre os urologistas, mas que podem ocasionar problemas futuros irreversíveis. Na Europa, os equipamentos de litotripsia vem tendo seu uso descontinuado, principalmente devido aos riscos de efeitos colaterais, como o desenvolvimento de diabetes e hipertensão arterial. Estudos publicados já em 2006 (Journal of Urology, 2006; 175 (5) : 1742 – 7), demonstravam que o efeito mecânico direto das ondas de choque de fragmentação sobre o rim e o pâncreas em muitos casos ocasiona o desenvolvimento de outras doenças.

 

 

A pedra nos rins, cálculo renal, litíase, nefrolitíase ou cálculo urinário, são definidos por depósitos organizados de sais minerais nos rins ou em qualquer parte do aparelho urinário. Esta é a descrição utilizada por praticamente todos os livros e textos que tratam do assunto.

 

Sabe-se que o homem expele pela urina grandes quantidades de sais de cálcio, ácido úrico, oxalatos, cistina e, eventualmente, outras substâncias como penicilina e diuréticos. Em algumas condições a urina fica saturada desses cristais e como conseqüência formam-se pedras nos rins. Não é um fenômeno raro até a idade de 70 anos. Aproximadamente 12% dos homens e 5% das mulheres podem ter, pelo menos, um cálculo renal durante suas vidas. A primeira década da vida não está imune ao surgimento de pedra nos rins, havendo um pico de incidência entre quatro e sete anos de idade. O problema é mais comum no adulto jovem, em torno da 3 ª ou 4 ª década de vida, predominando na raça branca e não havendo diferença de sexo. A recorrência é mais comum no adulto jovem, 15% em um ano, 40% em até 5 anos e 50% em até 10 anos. A população negra tem menos litíase renal que a branca.

 

 

Mas o que é a pedra nos rins, cálculo renal, litíase, nefrolitíase ou cálculo urinário, como são comumente conhecidos os cálculos renais? Na verdade são uma desordem causada por uma estrutura cristalina que se forma nas várias partes do trato urinário. Depósitos organizados de sais minerais nos rins ou em qualquer parte do aparelho urinário. Estas pedras começam bem pequenas e vão crescendo. O desenvolvimento, o formato e a velocidade de crescimento destas estruturas dependem da concentração das diferentes substâncias químicas presentes na urina. As pedras nos rins se formam devido ao acúmulo de minerais que acabam se cristalizando devido a uma disfunção metabólica no organismo. Acredita-se que o crescimento dos cálculos renais pode ser acelerado por substâncias denominadas promotoras e retardado por substâncias ditas inibidoras. Cálculos renais constituídos por cálcio são os mais comuns. Alguns outros minerais normalmente encontrados são: estruvita, oxalato, ácido úrico. Comumente a pedra nos rins pode ser formada por uma mistura destes elementos. Quando houver um excesso destes minerais no organismo, há uma tendência para que eles se depositem na urina.

 

Um tratamento natural que apresenta bons resultados para desmanchar os cálculos renais de forma eficaz e indolor, tendo se popularizado entre os nutricionistas e terapeutas ao longo dos últimos 3 anos é o suplemento NQI.

 

Apesar de tratar-se de um suplemento que segundo o fabricante serviria apenas para melhorar a qualidade de vida das pessoas, não sendo vendido ou anunciado por seu fabricante como um produto específico para dissolver cálculos renais, o fato é que realmente tem se mostrado eficaz para dissolver as pedras nos rins, sem causar os transtornos relacionados a outros tipos de tratamento.

 

Pelas informações que obtivemos junto a empresa fabricante do produto, o mesmo é apenas um suplemento alimentar. Mas segundo o que muitos nutricionistas e profissionais da área de saúde puderam observar, é que apesar do produto ser um composto natural, classificado como suplemento alimentar, sua eficácia para impedir a formação de pedra nos rins e dissolver as pedras já existentes parece ser facilmente observada.  

 

Este produto é um suplemento em cápsulas. A combinação de fosfatos presentes em sua formulação elimina os efeitos lesivos causados pelos sais insolúveis e pelos minerais depositados decorrentes da ligação óxido + água = ácido, pela solubilização do precipitado. O suplemento funciona eliminando o depósito de sais minerais nos rins e em qualquer outra parte do aparelho urinário, neutralizando a formação do cálculo renal ou pedras nos rins.

 

Especialista em genética, o professor Dr. Fábio R. Faucz defende o uso do suplemento NQIsendo a melhor forma de normalizar disfunções metabólicas, as quais ocasionam diversos problemas de saúde. No caso específico da litíase, segundo Dr. Faucz, o uso continuo do suplemento NQI tende a impedir a formação de pedra nos rins e mostra-se muito eficaz para dissolver os cálculos já existentes.

 

Pesquisador e professor Dr. Fábio Rueda Faucz - Pós-Doutorado pelo Instituto Eunice Kennedy Shriver - National Institute of Child Health & Human Development (NICHD) - National Institutes of Health (NIH) Bethesda - USA, onde desenvolveu trabalhos relacionados a Genética do Câncer (2009); possui doutorado em Genética pela Universidade Federal do Paraná, sendo que parte do trabalho foi desenvolvido no Institut de Recerca Oncologica - Lospitallet de Lobregat, Barcelona - Espanha (2003), mestrado em Biologia pela Universidade Federal do Paraná (1997) e graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Paraná (1993). Atualmente é professor Adjunto I da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) e Diretor Científico da CRYOGENE - Criogenia Biológica Ltda. Em 2006, o cientista, biólogo e pesquisador ficou muito conhecido no meio acadêmico e científico pela pesquisa realizada com células-tronco, desenvolvida sob sua responsabilidade em uma parceria entre a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), a Fundação Pró-Renal e a Cryogene-Criogenis Biológica. A relevância desta pesquisa para os portadores de diabetes foi reconhecida internacionalmente. Dr. Faucz possui ampla experiência na área de Genética, com ênfase em Genética Humana e Médica, atuando principalmente nos seguintes temas: variabilidade genética, análise molecular, genética do câncer e genética de populações em genes relacionado a doenças humanas.

 

Veja também outra pesquisa urológica do Dr. Fábio R. Faucz que trata sobre o câncer de próstata: Gazeta do Povo - Paraná

Dr. Fabio R. Faucz explica sobre o suplemento de fosfatos

Professor Dr. Fábio Rueda Faucz

 

 

Ainda segundo o Dr. Faucz, cientificamente falando, quando o suplementoNQI (combinação de fosfatos) é ingerido, as disfunções metabólicas que podem ocasionar diversos problemas, passam a ser corrigidas, não permitindo que ocorram prejuízos nas atividades metabólicas normais das células. Por tratar-se também de um solubilizante, o suplementoNQI não permite a deposição de minerais no organismo. Os fosfatos presentes na composição do suplementoNQI podem ser utilizados com diversas finalidades, porém, tratando mais especificamente do caso de litíase e formação de pedra nos rins, a terapia realizada com esta combinação de fosfatos existente no produto, inibe completamente a cristalização e nucleação espontânea de oxalato cálcico e fosfato cálcico na nefrolitíase cálcica hipocitratúrica. Tanto o estudo "in vitro", quanto o estudo "in vivo" comprovam a eficácia do suplementoNQI para dissolver cálculos renais.

 

"Em alguns casos, profissionais da saúde despreparados e sem o devido conhecimento sobre o assunto chegam a afirmar que o fósforo é causador de cálculos renais. É preciso esclarecer que fósforo é um nome genérico dado a diversos tipos e combinações de fosfatos. Da mesma forma que encontram-se na natureza o fosfato amoníaco magnesiano, que é o principal formador de cálculos infecciosos de estruvita e o fosfato cálcico, que normalmente compõe os cálculos renais de oxalato de cálcio, também encontramos diversos fosfatos como por exemplo os hidrolisaveis, hexafosfatos, ortopolifosfatos, fosfatos reativos PO4 e fosfatos quelatos, que quando combinados de forma correta podem atuar impedindo a formação de pedra nos rins e dissolvendo as pedras já existentes de forma imperceptível. O produto a que nos referimos é mesmo um suplemento a base de fósforo, mas a combinação de fosfatos presentes em sua formulação tende a regular o metabolismo, solubilizando os precipitados, impedindo a deposição e a cristalização de minerais", esclarece o Dr. Faucz.

 

Para o médico especialista em Nefrologia, Dr. Eduardo, todos os acompanhamentos clínicos realizados por ele tiveram resultados surpreendentes, sendo que em mais de 90% dos casos acompanhados os cálculos foram totalmente dissolvidos. "Além de impedir a formação de pedra nos rins, nos casos em que a pessoa já está com cálculos renais formados, o suplementoNQI tem se mostrado altamente eficaz na dissolução das pedras, eliminando definitivamente o problema sem a necessidade de nenhuma intervenção cirúrgica ou Litotripsia".

 

Mesmo com todas as evidências apontadas pelo uso de alguns fosfatos como solução para evitar e tratar o problema de pedra nos rins, percebe-se uma grande resistência por parte de alguns médicos em utilizar produtos naturais e o suplementoNQI no tratamento de seus pacientes, talvez até mesmo porque os procedimentos como a litotripcia extracorpórea sejam muito mais rentáveis a todos os envolvidos (médicos, clínicas e hospitais).

 

Desde a mais remota antigüidade, as pedras nos rins ou os cálculos urinários causam sofrimento ao ser humano. Há quatro milênios antes de Cristo, passando pela Grécia e Roma antigas, os médicos já descreviam casos de cálculos renais.

 

Atualmente somente as doenças da próstata e infecções urinárias são mais freqüentes que a pedra nos rins. Deve-se salientar que 12 % da população, algum dia irá apresentar um episódio de cálculo renal. A relação homem mulher é de quatro homens para cada mulher afetada, predominando na terceira e quarta décadas de vida.

 

Fatores geográficos contribuem para o aparecimento de cálculos renais. Áreas de temperaturas elevadas e com grande umidade são predisponentes à formação de pedra nos rins, sendo observados muitos casos durante os meses quentes de verão devido ao maior grau de desidratação.

 

Alguns fatores que podem aumentar o risco de se desenvolver pedra nos rins:

  • Problemas no processo de absorção ou eliminação dos produtos que podem formar cristais (disfunção metabólica);

  • Casos de cálculos urológicos na família (condição genética);

  • O hábito de consumir uma pequena quantidade de líquidos;

  • Desordens alimentares;

  • Doenças intestinais;

  • Gota.

Mas sem dúvida o que realmente ocasiona a formação de pedra nos rins é normalmente uma disfunção metabólica do organismo. A doença é duas vezes mais comum em homens e seu pico de incidência ocorre entre os 20 e 40 anos de idade.

 

www.nqionline.com.br

 

Nem todas as pessoas terão pedra nos rins, mas aproximadamente uma em cada 200 pessoas desenvolvem pedra no rim. Cerca de 80% destas pessoas eliminarão a pedra espontaneamente, junto com a urina. Os 20% restantes necessitarão de alguma forma de tratamento. As pessoas que já tiveram pedra nos rins têm uma chance de 50% de desenvolver um novo cálculo renal nos próximos 5 a 10 anos.

Sabe-se ainda que vários fatores estão envolvidos no processo de formação das pedras: super saturação urinária - situação em que há excesso de um ou mais elementos que compõem a urina facilitando a sua precipitação, diminuição dos inibidores urinários - substâncias existentes cuja função é impedir a cristalização de urinas super saturadas, matriz orgânica do cálculo renal - substâncias protéicas que servem como núcleo para a formação do cálculo sobre o qual se depositam cristais e retenção de cristais no trato urinário. Fatores genéticos também podem contribuir para o aumento da formação de pedras nos rins, assim como algumas doenças como a GOTA

Outro problema que pode ocorrer também é a existência de pedras na bexiga. Este problema pode ocorrer por aumento da próstata, obstruindo parcialmente a saída de urina. Isto condiciona uma agregação de cristais e outros resíduos, que com o passar do tempo se transformam em cálculo. Uma outra causa seria condicionada pela impossibilidade do paciente eliminar uma pedra que teria descido dos rins.

Uma pedra no rim pode conter varias combinações de elementos químicos. O tipo mais comum de pedra no rim contém cálcio em combinação com oxalato ou fosfato (que estão presentes em uma dieta normal e fazem parte dos ossos e músculos). Esses cálculos representam mais de 80% de todos os cálculos renais.

Um tipo menos comum de pedra nos rins é causada pela infecção urinária. Esse tipo de cálculo renal é chamado estruvita ou cálculo infeccioso. Eles podem ser de grande tamanho e obstruir a via urinária, podendo levar a grandes danos renais.

Ainda menos comuns são os cálculos de ácido úrico, que estão associados com a gota ou quimioterapia, compreendendo menos de 5% dos cálculos renais, e outros mais raros.

Os cálculos renais, como o próprio nome diz, são condensações (depósitos ) de íons e sais formados no interior do rim. Os cálculos renais formados no rim podem ter 3 caminhos a seguir:

  1. Aumento de tamanho – aumento de deposito de íons sobre uma matriz.

  2. Eliminação – O calculo se desprende do rim e desce pelo ureter (tubo que drena a urina do rim para a bexiga). Nessa ocasião, a pessoa apresenta cólica de rim, que é uma dor de forte intensidade na região lombar.

  3. Estabilização – Muitos cálculos permanecem por muitos anos sem migração ou crescimento. Quando essas pedras são de pequeno tamanho, podem ser acompanhadas clinicamente.

 

 

 

 

 

 

O tratamento dos cálculos renais pode ser realizado por abordagem cirúrgica convencionalmente realizada, dependente da localização, tamanho e tipo do calculo:

  1. Litotripsia extracorpórea por ondas de choque – Nesse procedimento, não há cortes ou incisões. O paciente recebe ondas de choque que se difundem pelo corpo e concentram sobre o cálculo renal, normalmente fragmentando-o. Muitos médicos não alertam seus pacientes quanto aos riscos deste procedimento. É importante dizer que o efeito mecânico direto das ondas de choque de fragmentação sobre o rim e o pâncreas pode ocasionar diabetes e hipertensão arterial (Journal of Urology, 2006; 175 (5) : 1742 – 7).

  2. Cirurgia percutânea – Nessa cirurgia são realizadas pequenas perfurações na região lombar para acessar o cálculo no interior dos rins. Por meio desses pequenos orifícios realizam-se a fragmentação e remoção da pedra.

  3. Ureterolitotripsia endoscópica –Nesse procedimento utiliza-se um aparelho endoscópico , com uma câmera que permite visualizar o interior da bexiga e do ureter. Esse aparelho é introduzido pelo canal da urina (uretra). Assim, não há necessidade de cortes ou incisões. Por meio desse aparelho remove-se os cálculos do interior do ureter.

  4. Cirurgia convencional – Em alguns casos especiais há necessidade de se realizar cirurgia tradicional com incisão da parede abdominal para remoção dos cálculos diretamente pelo cirurgião.

 

PREVENINDO OS CÁLCULOS RENAIS:

Uma vez tido uma pedra nos rins (cálculo renal), a pessoa sempre estará susceptível à formação de novos cálculos renais. A taxa de recorrência é de 10% no primeiro ano, 35% nos 5 anos subseqüentes e 50 a 60% em 10 anos. Por isso a grande importância de medidas de prevenção.

Uma simples e importante mudança para prevenir a formação de pedra nos rins é o aumento da ingestão de líquidos, preferencialmente água, no mínimo de 2 a 3 litros por dia. Pode não resolver o problema, mas com certeza ajuda.

Para os cálculos de estruvita, também chamados de infecciosos, após a sua remoção é importante manter a urina livre da bactéria que pode causar a infecção. Exames de urina regulares são indicados para monitorar a presença da bactéria da urina.

 

www.nqionline.com.br

 

Uma pergunta muito comum é o que se sente e como se faz o diagnóstico de pedra nos rins (cálculo renal). A litíase pode ser assintomática, reconhecida somente em exames ocasionais. Na maioria das vezes, a litíase (pedra nos rins) se apresenta com manifestação de dor (cólica) e hematúria. Muitas vezes, os cálculos renais podem obstruir a via urinária. A cólica renal é o sintoma agudo de dor severa, que pode requerer tratamento com analgésicos potentes. Geralmente, a cólica está associada a náuseas, vômitos, agitação. A cólica inicia quase sempre na região lombar, irradiando-se para a fossa ilíaca, testículos e vagina. No sedimento urinário, pode-se observar hematúria que, com a dor em cólica, nos permite pensar na passagem de um cálculo. A investigação clínica, na fase aguda, inclui além do exame comum de urina, um RX simples de abdômen e uma ecografia abdominal.

Ecografia de Cálculos Renais
Ecografia de cálculos renais

Raio X de Cálculos Renais
Raio X de cálculos renais

A dor causada por uma pedra nos rins é descrita como a mais severa dor que uma pessoa pode experimentar, ocorrendo na porção inferior das costas ou no abdômen. Esta dor pode ser tanto constante como descontínua e pode vir acompanhada de náusea, vômito e sangue na urina. Devido à dor severa, um ataque agudo consiste em uma verdadeira urgência.

Conforme já descrito no início do site, os cálculos renais são depósitos organizados de sais minerais nos rins ou em qualquer parte do aparelho urinário. Estas pedras nos rins começam bem pequenas e vão crescendo. O desenvolvimento, o formato e a velocidade de crescimento destas estruturas dependem da concentração das diferentes substâncias químicas presentes na urina. Acredita-se que o crescimento dos cálculos renais pode ser acelerado por substâncias denominadas promotoras e retardado por substâncias ditas inibidoras. Cálculos renais constituídos por cálcio são os mais comuns. Alguns outros minerais normalmente encontrados são: oxalato e ácido úrico. Comumente as pedras podem ser formadas por uma mistura destes elementos. Quando houver um excesso destes minerais no organismo, há uma tendência para que eles se depositem na urina.

As causas de formação de uma pedra nos rins pode, em 80% dos casos, ser determinada através de uma avaliação metabólica. Para tanto deve-se analisar a pedra, o sangue e os químicos presentes na urina do paciente. Caso alguma anormalidade seja detectada, o risco de uma recorrência pode ser reduzido.

 

Cálculo

 

As áreas indicadas com X na figura ao lado indicam a formação de cálculos no trato urinário. Eles podem apresentar várias formas em função de sua localização e são classificados conforme sua origem:

  • Renal;

  • Ureteral - Superior, médio e inferior;

  • Vesical (bexiga).

Cálculo Vesical Imagem de Cálculo Vesical Imagens de cálculos vesicais
(vistos por endoscopia)

Cálculos Renais

Figura do Miniatlas Anátomo-Patológico Gênito-Urinário da AstraZeneca 
 

  

TRATAMENTO DE PEDRA NOS RINS:

Apesar de todas as pessoas estarem sujeitas a formação de pedra nos rins, ninguém se preocupa com a prevenção, até sentir cólicas renais e descobrir que está com pedra nos rins. Sendo assim, caso as cólicas renais já tenham se manifestado, o primeiro objetivo dos médicos é aliviar a dor do paciente, o que pode-se  fazer com analgésicos e antiespasmódicos. Muitas pedras nos rins pequenas serão eliminadas espontaneamente pelo paciente. Outras podem necessitar de um tratamento específico. Cálculos renais de ácido úrico podem ser tratados clinicamente com grande ingestão de água, alcalinizantes da urina e substâncias que interferem na sua formação. Porém os cálculos renais de oxalado de cálcio (os mais comuns), dificilmente se dissolvem dessa maneira, devendo ser dissolvidos com outro tipo de medicamento ou tratado cirurgicamente.

Há anos atrás, a retirada da pedra nos rins exigia um procedimento cirúrgico em que era feito um extenso corte na pele do paciente. Com o passar do tempo, surgiram métodos modernos no combate a litíase. Quando uma pedra nos rins é muito grande para passar, ela pode ser quebrada através de um tratamento chamado Litotripsia. Diferentes formas de energia podem ser empregadas para se quebrar um cálculo em partículas pequenas o suficiente para serem carregadas pela urina ou removidas; estas formas de energia incluem eletricidade, ultrassom, raio laser e impactos mecânicos. A energia, que é direcionada ao cálculo, deve passar através de um instrumento (endoscópio) inserido no trato urinário. A litotripsia extracorpórea utiliza ondas de choque que atravessam o corpo do paciente em direção ao cálculo renal, fragmentando-o em pequenas partes e sendo eliminados pela urina. As pedras também podem ser retiradas através de tubos chamados endoscópios, os quais são finos e possuem iluminação na extremidade. Podem ser colocados da uretra em direção ao rim e com pinças especiais ou em associação com litotripsia os cálculos são removidos. Outra forma de tratamento consiste na nefrolitotomia percutânea. Neste procedimento um tubo rígido é colocado no rim através da pele e por este tubo (nefroscópio) são retiradas as pedras nos rins.

Os métodos modernos não estão livres de complicações e podem não ser efetivos, necessitando a complementação de outra modalidade de tratamento. Além de oferecer riscos relacionados ao desenvolvimento de outros problemas (diabetes e pressão arterial), freqüentemente a litotripsia não consegue quebrar o cálculo renal, sendo necessário retirar os fragmentos restantes através de outros métodos.

Caso uma litíase requeira um tratamento, o objetivo deste será remover completamente a pedra nos rins que foi diagnosticada. O método de tratamento normalmente é selecionado pelo urologista de acordo com seu conhecimento (atualização) e o local em que a pedra se encontra:

Rim

  • Litotripsia de onda de choque - um método não invasivo que utiliza energia para quebrar a pedra;
  • Litotripsia Percutânea - a energia é aplicada diretamente sobre a pedra através de um endoscópio que é inserido no rim;
  • Cirurgia tradicional com incisão
  • ou Laparoscopia

Laparoscopia

Esquema da litotripsia de onda de choque

Localização do cálculo e taxa de sucesso na LECO
Litotripsia

Pedra nos Rins

Ureter

  • Litotripsia de ondas de choque;
  • Litotripsia endoscópica;
  • Remoção endoscópica;
  • Cirurgia tradicional com incisão
  • ou Laparoscopia

Laparoscopia

Bexiga

  • Extração Endoscópica ou litotripsia;
  • Cirurgia tradicional com incisão.

Todas as formas de tratamento têm suas vantagens e desvantagens. Geralmente os tratamentos mais complicados e mais invasivos oferecem maiores índices de sucesso. Algumas vezes uma combinação de tratamentos se faz necessária para se atingir um melhor resultado. A decisão do tratamento a ser utilizado depende de vários fatores. O tamanho da pedra, a localização, a dureza e a composição são tão importantes quanto a anatomia individual do trato urinário, a história médica e a saúde do paciente. Todos estes fatores são considerados para que seja feita a escolha do tratamento mais apropriado .

Principais complicações da pedra nos rins:

  • Infecção urinária
  • Obstrução urinária: perda do rim por destruição obstrutiva e/ou infecciosa
  • Insuficiência renal crônica
  • Hipertensão arterial
  • Complicações cirúrgicas nas retiradas dos cálculos
  • Complicações da litotripsia (hematúria, destruição de tecido renal, hipertensão, diabetes)
 

Como se trata?

Nenhum tratamento garante totalmente a solução do problema, mas é importante buscar sempre uma solução. Cada organismo é diferente do outro e muitas vezes o que resolve para uma pessoa pode não resolver para outra.

Para quem já teve pedra nos rins, o ideal é evitar a recorrência e impedir que os cálculos reapareçam.

O paciente deve tomar bastante líquido, visando reduzir a concentração e supersaturação dos cristais urinários, porém, apenas isso não deverá impedir a formação das pedras.

Alguns especialistas alegam que como os cálculos têm origem heterogênea e frequentemente são manifestações de doenças multissistêmicas, seria impossível haver um só esquema terapêutico. Por isso, solicitam tratamentos diversificados e prolongados, requerendo o comprometimento permanente do paciente.

Outros médicos recomendam ainda apenas a ingestão de água, o que definitivamente não resolve o problema sem causar dores e transtornos aos paciente, sendo uma solução apenas temporária e paliativa. Importantíssimo é buscar um tratamento, pois simplesmente aguardar que os cálculos sejam expelidos sozinhos, além de expor o paciente a níveis altos de estresse, dores e traumas,  ainda é muito perigoso para o sistema urinário, o qual pode sofrer danos irreversíveis.

Todas as pessoas com indícios de pedra nos rins devem realizar exames que possam confirmar o diagnóstico e buscar orientações médicas para avaliar a gravidade do quadro e uma possível necessidade do uso de Litotripsia, Laparoscopia ou ainda outros métodos.

 

 

 

Principais tipos e componentes de pedra nos rins:

Cálcio - Mais de oitenta por cento dos pacientes formam cálculos de cálcio. A maioria destes têm cálcio aumentado na urina (hipercalciúria) e/ou cálcio aumentado no sangue (hipercalcemia).

Magnésio - É um elemento que participa na urina como inibidor da cristalização. Por isso, quando se encontra o magnésio urinário inferior a 50 mg/24h (magnesiúria), a formação de cálculo poderá ser facilitada.

Fósforo - Nem todo fósforo é benéfico, existem alguns fosfatos como por exemplo o de cálcio e o fosfato amoníaco magnesiano participam na formação de cálculos renais.

Oxalato - Mesmo com o oxalato urinário normal, alguns cálculos de cálcio têm oxalato na sua constituição.

Cistina - Como a cistina tem pouca solubilidade na urina, ela propicia a formação de cálculos por supersaturação.

Ácido Úrico - Os cálculos de ácido úrico puro ocorrem em cerca de 5% da população mundial, com exceção da zona mediterrânea e dos países árabes, onde as taxas podem atingir até 30%. Vinte e cinco por cento dos pacientes gotosos podem apresentar cálculos de ácido úrico.

Citrato - Uma excreção diária menor do que 450 mg é considerada hipocitratúria. As crianças, mulheres e idosos excretam mais citrato. Hipocitratúria isolada, como agente formador de pedra nos rins, ocorre em cerca de 5% das nefrolitíases, podendo ser esta a única alteração metabólica encontrada nestes pacientes.

 
 

Informamos para os devidos fins que este site declina toda e qualquer responsabilidade legal advinda da utilização das informações acessadas em nosso conteúdo, o qual tem por objetivo apenas informação, divulgação e educação acerca do tema A Pedra nos Rins, e cujo texto expressa tão somente o ponto de vista dos seus respectivos autores. Tais informações não deverão, de forma alguma, ser utilizadas como substituto para o diagnóstico médico ou tratamento de qualquer doença grave sem antes consultar um médico.


Resolução mínima de 800x600 - 2011 - A Pedra Nos Rins é uma Publicação Independente
 

É PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL E/OU PARCIAL DESTE SITE SEM A DEVIDA AUTORIZAÇÃO  -  DISCLAIMER

 

 

cálculo renal nqi funciona calculos renais nqi calculo renal pedranavesicula nqi bula nqi calculo renal pedra no rim pedra nos rins tratamento calculo renal nqi especialistas pedra nos rins sintomas NQI RIM www.medicinaetratamentonatural.com.br  www.cogumelodosoloriginal.com.br http://www.suplementostore.com.br/Produto-NATURAIS-Fitoterapicos-SEXOTONE---60-capsulas---Estimulante-sexual-versao-97-99.aspx http://www.suplementostore.com.br/Produto-NATURAIS-Cloreto-de-Magnesio-Cloreto-de-Magnesio---100-capsulas-de-500mg-versao-98-100.aspx http://pedra-no-rim-e-colicas-renais.blogspot.com/2011/05/pedra-no-rim-calculo-renal-litiase.html www.apedranosrins.com.br www.pedranorim.com.br www.calculorenal.org www.calculosrenais.com.br www.nqi.com.br www.nqionline.com.br www.nqipower.com.br www.acasadonqi.com.br www.vinovit.com.br www.linolev.com.br www.artriteeartrose.com.br www.suplementostore.com.br www.saudecominteligencia.com.br www.pedranavesicula.com.br http://www.calculorenal.org   http://www.jornaldasaude.com.br   http://pedranosrins-nqi.blogspot.com/2009/12/nqi-nucleo-quelado-inteligente_11.html   www.cloretodemagnesiopa.com.br

Pedra nos rins, nqi funciona dissolver cálculos renais.

Neste site você encontra tudo sobre pedra nos rins e a explicação para compreender como o nqi funciona para dissolver cálculos renais. Problema de litíase? Elimine agora mesmo sua pedra nos rins.